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sábado, 28 de maio de 2011

Mil cento e três...



Dia vinte e quatro já é passado
Mas será sempre recordado
Aquele momento sonhado
Que nos levou a acordar lado a lado
Nem deu tempo de jantar primeiro

O desejo foi mais certeiro 
Nos entregámos por inteiro 
Até acabarmos no chuveiro
Mil, cento e três 
Não foi a conta que Deus fez 
Mas ali foste tão cortês
Que nem demos tempo à timidez
Fast food foi uma opção 
Depois perdemos a noção 
Tempo de muita excitação
Guiados pela emoção
Superadas as expectativas 
Conversamos sobre as perspectivas
Rimos das atractivas 
Acima de tudo das evasivas
Adormeci a olhar para ti
Acordei também assim 
Ainda pensei parar o tempo ali 
Mas até sei porque resisti
Estava em causa a obrigação 
Que nos devolve à razão
Que nos afasta da emoção 
Que a paixão ocupa no coração

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